Um sociólogo que implanta um maravilhoso programa de educação visando a "repetência zero" não pode ser levado à serio... tampouco um torneiro mecânico que adora distribuir "bolsas"...
A diferença entre os programas de governo de FHC (intelectual, poliglota, professor) e os do Lula (formado na companhia dos companheiros) é: a nomenclatura dos programas.
E a conclusão é: não somos representados por nenhum político. Por exemplo, o presidente do Senado Renan Calheiros (agricultor por natureza - que planta provas como ninguém) não representa nossos interesses, nossa cultura, nem mesmo nosso país, ele não é "representante" de nada que diga respeito aos outros, ao povo, sejam eles 18 ou 180 milhões de brasileiros e, na verdade, o problema não é quem está lá, mas é como estão lá.
Democracia é uma palavra de efeito acalentador e só, seu sentido foi completamente esvaziado pelos "agricultores" da terra...
O sistema de governo vigente é que não dá mais, os Calheiros da vida são apenas exemplos do tipo de "governante-planta-provas" que esse sistema privilegia e proporciona...
Poder (e receita!) centralizado num país de proporções continentais como o nosso, em quaisquer mãos, só pode ser desastroso.
Autonomia estadual é uma boa briga, (já que a independência é bem mais cara e mais difícil de promover) e sei que há outras boas brigas por aí esperando por uma oportunidade de se fazerem sabidas, então podemos focar nossas energias e inteligências no que queremos ao invés de destacarmos repetidamente e com tanto afinco o que não queremos.
Poder (e receita!) centralizado num país de proporções continentais como o nosso, em quaisquer mãos, só pode ser desastroso.
Autonomia estadual é uma boa briga, (já que a independência é bem mais cara e mais difícil de promover) e sei que há outras boas brigas por aí esperando por uma oportunidade de se fazerem sabidas, então podemos focar nossas energias e inteligências no que queremos ao invés de destacarmos repetidamente e com tanto afinco o que não queremos.
Falar mal do Brasil é como atirar em carro blindado, ouvem-se os estrondos, mas o carro mesmo não se condena.